sexta-feira, 1 de outubro de 2021

OS REPUBLICANOS ASSUMEM O PODER NO RS GENERAL CÂMARA PRESIDENTE DO RS

 Após a Revolução Farroupilha a política, no Rio Grande do Sul, caiu numa apatia profunda. Os liberais, sobretudo, cansados da prolongada luta se desinteressaram pelos governos que a Corte mandava à Província de São Pedro do Rio Grande do Sul.

No entanto, por volta de 1860, surgia um líder que, por sua eloquência e prestígio, fazia ressurgir o partido liberal e capitalizava ao seu redor o que restava das tradições farroupilhas. Era GASPAR SILVEIRA MARTINS.

Aos poucos o partido conservador se reduzia. E Silveira Martins, com o máximo de prestígio na Corte, controlava as eleições,  nomeava os chefes de Polícia e da Guarda Nacional, distribuía títulos no Exército, enfim, controlava a máquina política da Província RS.

Foi neste contexto que um grupo de jovens, da Faculdade de Direito de São Paulo, fundava o Partido Republicano, que não obstante a campanha intensiva, mal conseguia no fim do Império e, ainda com o apoio do Partido Conservador, eleger um representante na Assembleia Provincial RS: ASSIS BRASIL.

Este pequeno grupo foi guindado ao poder com o golpe Republicano de 15 de novembro de 1889 e iria desmontar a máquina política de Silveira Martins.

Recebia de imediato a adesão, quase unânime, dos conservadores, desgostosos com o Império pela derrubada de seu partido com a ascensão do Visconde de Ouro Preto, o último Ministério Imperial. Para se sustentarem precisavam de uma figura de projeção e apelaram para o General José Antônio Corrêa da Câmara, o Visconde de Pelotas, que havia adquirido grande prestígio na Guerra do Paraguai e na questão militar. Foi nomeado presidente do Estado, mas o secretariado era todo do grupo dos jovens Republicanos, liderado pelo jovem Júlio de Castilhos.

Travou-se violenta polêmica jornalística entre A Federação, jornal Republicano, e A Reforma, jornal liberal, porque “timbravam os republicanos em sublinhar sua condição de triunfadores e não queriam os gasparistas (de Gaspar S. Martins) considerar-se vencidos.”

O General Câmara procurou fazer um governo de conciliação. Mas, de formação monárquica, não houve possibilidade de entendimento com os republicanos. Uma simples nomeação de um funcionário da alfândega, não aceita pelos republicanos e que o General Câmara sustentou, fez com que o secretariado renunciasse. Logo após, renunciava também o General Câmara, seguindo-se, em pouco mais de um ano, nada menos de cinco presidentes, mas, por trás manobrava o Partido Republicano liderado por Júlio de Castilhos que foi impiedosa e sistematicamente demolindo a máquina politica da monarquia, com derrubada e a colocação de elementos de confiança nos postos chaves, fomentando ódios e ressentimento.


Semanário - Jornal de Bento Gonçalves/RS

terça-feira, 10 de agosto de 2021

MANUAL DE SEPARAÇÃO DE RESÍDUOS

 Dos resíduos que geramos em casa – o lixo de cozinha ou de banheiro –, quase metade é de orgânicos: cascas e restos de alimentos, café, erva mate etc (veja tabela). Esse material tem potencial para ser “reciclado” por um processo natural de decomposição da matéria orgânica, que terá como resultado adubo natural para o solo. O nome disso é compostagem, que pode ser feita de diferentes maneiras. A mais conhecida é depositar resíduos no solo, misturar à terra e cobrir com matéria seca – folhas ou serragem. Com mais alguns cuidados, basta deixar que o resto com o próprio material. “Compostar tem a ver com respeitar o ciclo natural de sobras orgânicas. O que veio da terra, volta para a terra”, explica a engenheira sanitarista e ambiental Paula Moletta. Para Nicole Becker Portela, engenheira ambiental, esse é um exemplo de economia circular – o composto gerado vai nutrir o solo. Mas em Porto Alegre (e na maioria das cidades brasileiras), o material orgânico descartado pela população não é reciclado – ou compostado. O destino dessa parcela de resíduos é o aterro sanitário, para onde vai também o rejeito – o lixo do banheiro, por exemplo. No caso do rejeito, não há tecnologia disponível ou viável que permita sua reciclagem. Com o orgânico, contudo, está se enterrando um recurso que poderia ser reaproveitado. Por dia, Porto Alegre envia cerca de 1.100 toneladas de rejeitos e orgânicos para um aterro sanitário em Minas do Leão, distante 100 km da Capital. São mais de 70 viagens diárias para dar conta de escoar todo o resíduo descartado. Os dados são do DMLU. Como desse total já está descontada a parcela reciclável, coletada separadamente e enviada para unidades de triagem, mais da metade da carga é formada por orgânicos que poderiam ficar na cidade. Em 2020, o recurso pago pela prefeitura ao aterro sanitário chegou a R$ 35 milhões, a um custo de R$ 67,18 por tonelada. Para 2021, o preço por tonelada subiu para R$ 74,17. Os valores são do Portal Transparência. “O custo da operação de resíduos é um dos maiores das prefeituras, às vezes equiparado com obras. Compostar, além dos benefícios (ambientais e sociais), permite encaminhar o dinheiro ‘enterrado’ para outras áreas”, sustenta Paula. Para isso, é preciso deixar de pensar no ‘lixo’ como passivo e encarar como um ativo, sustentam Paula e Nicole. As duas são embaixadoras do Instituto Lixo Zero em Porto Alegre, organização sem fins lucrativos vinculada ao Zero Waste International Alliance, que incentiva a conscientização sobre o lixo gerado e tem como meta desviar 90% dos resíduos de aterro sanitário ou incineração. O caminho começa na casa de cada pessoa, ao seguir a lógica da separação por frações, conforme explicado na tabela: compostar o orgânico, reciclar o “seco” (embalagens), descartar o que é rejeito e separar de todos esses o que é lixo perigoso, como pilhas e lâmpadas. O passo seguinte é cobrar do poder público que recicle o material orgânico, conforme prevê a Política Nacional de Resíduos Sólidos desde 2010. Em Porto Alegre, a prefeitura faz a compostagem de podas feitas em parques e praças. No Programa de Metas, estabeleceu que ampliará a produção de composto orgânico em 100 toneladas até 2024, passando de 384 para 489. “Para começar a compostar, pode ser um bairro piloto, ou um condomínio”, diz Paula.

COMPOSTÁVEIS 

 Casca de frutas e verduras 

 Casca de ovos

  Guardanapos

  Saquinhos de chá 

 Borras de café com filtro

  Erva mate

  Palitos de madeira

  Podas de plantas


RECICLÁVEIS 

 Vidro e Plástico 

 Papel e papelão 

 Latas e Metais 

 Isopor e Tetrapack 

 Embalagens de alimentos

* * fazer mínima higienização, tirar excesso de comida


PERIGOSOS 

 Lâmpadas 

 Pilhas e Baterias

  Eletrônicos sem conserto 

 Eletrodomésticos sem conserto 

 Medicamentos vencidos


NÃO RECICLÁVEIS 

 Máscaras 

 Fitas adesivas 

 Chicletes 

 Papel filme 

 Papel higiênico 

 Fio dental 

 Absorventes 

 Fraldas descartáveis 

 Resíduos de varreção


DESTINO DOS RESIDUOS

COMPOSTÁVEIS=======> COMPOSTAGEM 

RECICLÁVEIS=========> COLETA SELETIVA 

PERIGOSOS==========> INDÚSTRIA 

NÃO RECICLÁVEIS=====> ATERRO SANITÁRIO


JC 02/06/21

RIO GRANDE DO SUL TEM OS FÓSSEIS MAIS ANTIGOS DO MUNDO

   A região central do Rio Grande do Sul é conhecida pelo impressionante registro fossilífero. Rochas do Período Triássico (entre 250 e 200 milhões de anos atrás) afloram em beiras de estradas, lavouras e açudes. Dentre os diversos esqueletos fossilizados encontrados nestas rochas, alguns dos que mais chamam a atenção são os de dinossauros. Isso se dá não apenas pela extraordinária preservação, mas principalmente pela idade, a qual faz deles os mais antigos do mundo, com cerca de 233 milhões de anos. Este fato foi reconhecido pelo Guinness World Records, tornando as rochas gaúchas as detentoras do recorde de abrigar os mais antigos dinossauros já descobertos. Cerca de meia dúzia de espécies já foram escavadas a partir das rochas recordistas do Brasil. Esses dinossauros tinham entre 1,5 e 3 metros de comprimento, andavam sobre as patas posteriores e eram carnívoros. Embora muito menores do que os famosos dinossauros dos filmes, os dinossauros gaúchos foram os precursores de toda a história evolutiva do grupo, posteriormente dando origem a todos os outros dinossauros que vivem no imaginário de crianças e entusiastas. Os municípios gaúchos com os principais registros dos dinossauros mais antigos do mundo são Santa Maria, São João do Polêsine e Agudo. As primeiras descobertas de dinossauros nestas rochas foram publicadas em 1999, com a descrição do Saturnalia tupiniquim, de Santa Maria. Mais recentemente, uma série de novos achados têm sido realizados pelo Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia, da Universidade Federal de Santa Maria. O centro, que fica localizado no município de São João do Polêsine, é o resultado de uma ação que teve início através dos esforços do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (Condesus). Nos últimos anos, centenas de fósseis já foram escavados. Embora muitos fósseis correspondam a materiais fragmentários, alguns se tratam de esqueletos fósseis muito bem preservados, incluindo os primeiros dinossauros completos a serem escavados no Brasil

JC 10/08/21

REVITALIZAÇÃO DAS MARGENS DO RIO TAQUARI

 

Projeto vai revitalizar mata ciliar em rios do Vale do Taquari Com o intuito de construir conhecimento para a restauração ecológica dos ecossistemas regionais, um dos projetos da Universidade do Vale do Taquari (Univates) tem o objetivo de definir metodologias eficazes para a restauração da cobertura vegetal das margens de rios e arroios da região, cuja vegetação encontra-se degradada ou ausente. São cerca de R$ 222,8 mil captados da CEEE para a execução do projeto. A Univates, como contrapartida, mantém a equipe de trabalho que vai executar a iniciativa por quatro anos, composta por três bolsistas de iniciação científica e pesquisadores que atuam no projeto. A expectativa é de que as cidades de Travesseiro, Marques de Souza, Lajeado, Encantado e Arroio do Meio recebam as intervenções. Às administrações municipais que trabalharem em conjunto com a universidade caberá, por exemplo, o auxílio no transporte de mudas e materiais necessários para a implantação das metodologias. Parte das mudas a serem utilizadas está sendo produzida no campus da Univates, em Lajeado. As metodologias começam a ser implantadas neste mês, e o projeto encerra em 2024. Ao fim do trabalho, livros, cartilhas e produção científica estarão disponíveis à população, como uma forma de ampliar a pesquisa desenvolvida na Univates. O planejamento é essencial para que o trabalho tenha o sucesso esperado. A Univates já desenvolveu um projeto sobre matas ciliares entre 2012 e 2014, também coordenado pela docente, que é doutora em Botânica e trabalha com ecologia vegetal. “Naquela ocasião fizemos a caracterização da vegetação, ou seja, o reconhecimento das espécies que ocorrem nas margens do rio Taquari, em áreas preservadas e também degradadas. Quando terminamos esse trabalho, partimos para o arroio Forquetinha. Logo após, começamos a nos questionar sobre a estrutura das comunidades vegetais das matas ciliares do rio Forqueta”, explica a professora Elisete Maria de Freitas , que coordena o projeto. Esses estudos e outros já realizados permitem que a equipe envolvida conheça a diversidade de espécies que compõem a flora das margens dos rios e arroios da região e possa definir quais espécies devem ser utilizadas para acelerar a restauração das áreas que se encontram degradadas. “O que o diferencia de outras iniciativas é a abrangência do que é proposto, uma vez que, só em termos de mudas a serem plantadas, serão cerca de 4 mil inicialmente. Quando pensamos na estimativa de quantas mudas vamos precisar, o total assusta”, relata Elisete. Serão utilizadas 12 áreas com cerca 3.000 metros quadrados, nas quais o processo todo será realizado e documentado cientificamente. “Vamos testar diferentes metodologias e verificar o que a gente pode e o que não pode fazer aqui. Existem diferentes formas de fazer, e o nosso objetivo é identificar o que é o melhor para o Vale do Taquari, conforme as características locais”, aponta a pesquisadora.

JC 10/08/21

sábado, 1 de maio de 2021

PALOMETAS (Serrasalmus maculatus) NO RIO JACUÍ

 

Presença de palometas no Jacuí preocupa pescadores e ambientalistas

Problema se intensificou nas últimas semanas e já ocorre em cinco municípios gaúchos

Representantes da Comissão da Agricultura da Assembleia Legislativa, Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), universidades e pescadores se reúnem  para tratar da infestação de palometas no rio Jacuí. O problema foi percebido em fevereiro deste ano e se intensificou nas últimas semanas. Os municípios de Cachoeira do Sul, Rio Pardo, Vale Verde, Bom Retiro do Sul e General Câmara já registraram a ocorrência.

Em General Câmara, os pescadores relatam que estão capturando apenas dois quilos de peixes por dia, em vez dos 30 quilos usuais. Além disso, alguns afirmam ter encontrado exemplares feridos. “A palometa está atacando o pescado já na rede, o que o torna presa fácil”, relata o prefeito de General Câmara, Helton Barreto.

Além de problemas econômicos para os pescadores, há riscos biológicos. “As palometas poderão causar um desequilíbrio no ecossistema por não terem predadores”, teme o analista ambiental do Ibama, Maurício Vieira de Souza, acrescentando que, se as condições forem favoráveis, esses animais podem chegar ao Lago Guaíba.

Em reunião ocorrida na segunda-feira com a Secretaria de Aquicultura e Pesca, foi combinado que os prefeitos da região afetada devem enviar um relatório para a equipe técnica do Ministério da Agricultura estudar um plano de ação. O grupo também solicitou  auxílio financeiro para as famílias afetadas ao Ministério da Cidadania, mas  ainda não recebeu retorno.

O Ibama e a Sema elaboraram um questionário online que está disponível para prefeituras e qualquer pessoa que identificou o predador repassarem informações.

Os técnicos ainda não sabem como a palometa, que tem habitat na bacia do rio Uruguai, chegou ao Jacuí.  A suspeita é de que o deslocamento tenha ocorrido por meio de canais de irrigação e afluentes

Correio do Povo





domingo, 7 de março de 2021

Prefeitura de General Câmara adota uso parcial de bicicletas para servidores

 


Como forma de estimular o uso da bicicleta em prol do meio ambiente e dos cofres públicos, a prefeitura de General Câmara anunciou a aquisição de bicicletas customizadas para seus servidores e o leilão de três carros à disposição da administração municipal. Além dos benefícios que a medida abarca quanto à mobilidade urbana e redução de gastos e poluição, a ação tem como base uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade de São Paulo (USP), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que mostra a bicicleta como um bom meio de se prevenir a Covid-19.

“Queremos estimular o uso da bicicleta, começando pelo nosso exemplo, ao determinar que os servidores com condições da prática do ciclismo, em um raio de dois quilômetros, executem suas funções externas com o meio alternativo de transporte”, afirmou Helton Barreto, prefeito do município gaúcho de 8,6 mil habitantes, localizado a 80 quilômetros de Porto Alegre, na Região Carbonífera.

Jornal do Comércio 05/03/2021

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

PARQUE HIDROVIÁRIO GENERAL CÂMARA

 


O governador Eduardo Leite conheceu, na tarde desta quinta-feira (18/2), no Palácio Piratini, o projeto do parque hidroviário de General Câmara. Apresentado pelo prefeito do município, Helton Barreto, o projeto propõe a criação de um porto multimodal na cidade, às margens do rio Taquari, aliando a malha rodoviária e ferroviária à hidrovia.

Acompanhado da equipe técnica, o prefeito manifestou ao governador o desejo de firmar uma parceria com o governo do Estado, no sentido de obter apoio técnico e logístico para o desenvolvimento do projeto.

"Estamos trabalhando com essa perspectiva de fortalecimento do modal hidroviário no RS. Entendemos que é fundamental darmos condição de confiabilidade de navegação pela hidrovia da Lagoa dos Patos. Estamos sintonizados, é função do Estado dar suporte em termos estratégicos e logísticos", destacou Leite.

O governador deixou as equipes da Secretaria de Logística e Transportes e da Portos RS à disposição da prefeitura do município para conversas e troca de informações. O superintendente da Portos RS, Fernando Estima, e o chefe da Casa Civil, Artur Lemos Júnior, também acompanharam a reunião.

Texto: Suzy Scarton
Edição: Marcelo Flach/Secom

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Prefeito e vereadores de General Câmara tomam posse; veja lista de eleitos

 


Helton Barreto (PP) toma posse nesta sexta (1º) como prefeito de General Câmara (RS). Além dele, 9 vereadores assumem o cargo; eles foram eleitos em 15 de novembro. Suplentes podem substituir os vereadores que deixarem o cargo para ocupar uma outra função.

O novo prefeito de General Câmara, Helton Barreto (PP), toma posse nesta sexta-feira (1º). Além dele, 9 vereadores assumem o cargo na Câmara Municipal para a legislatura 2021-2024.

O prefeito Helton Holz Barreto tem 33 anos, é casado, declara ao TSE a ocupação de agricultor e tem superior completo. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 213.424,00. Já o vice Nando Franken (Luiz Fernando Gomes Franken), do MDB, tem 57 anos, é casado, declara ao TSE a ocupação de comerciante e tem ensino médio incompleto. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 42.000,00.

O prefeito e os vereadores do município foram eleitos em novembro do ano passado. A maior bancada da Câmara será do PP, com 6 vereadores.

Cabe ao prefeito decidir onde aplicar os recursos repassados ao município pelo Estado ou pelo governo federal e como administrar o que é arrecadado de impostos, como IPTU e ISS. Ele também é responsável pelas políticas de áreas como educação, saúde, moradia, transporte público e saneamento básico. Para isso, conta com secretários que são nomeados. O prefeito também precisa trabalhar junto com os vereadores, que representam os cidadãos no Legislativo municipal.


Os vereadores são responsáveis por elaborar e propor leis. Os vereadores podem decidir, por exemplo, sobre a criação de políticas públicas. E têm a obrigação de fiscalizar o uso do dinheiro pelo Executivo e analisar a Lei Orçamentária Anual (LOA), que estabelece as despesas do ano seguinte do município.

Há a possibilidade de vereadores deixarem os cargos para assumir funções na prefeitura. Quando isso acontece, o cargo é assumido por um suplente.

Os vereadores de General Câmara vão representar 8.361 habitantes. A cidade gaúcha tem um PIB de R$ 151.172.875,00 e um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0,686, segundo a última medição do IBGE, que é de 2010. O IDH vai de 0 a 1 – quanto maior, mais desenvolvida a cidade – e tem como base indicadores de saúde, educação e renda. A média no Brasil é de 0,765, segundo dados de 2019 divulgados em 15 de dezembro de 2020 pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD).

Veja quem são os vereadores eleitos:

Lais Lucas, do PSDB, tem 32 anos, é solteira, declara ao TSE a ocupação de empresária e tem superior completo. Ela tem um patrimônio declarado de R$ 135.000,00.

André Zanette, do PP, tem 59 anos, é casado, declara ao TSE a ocupação de agricultor e tem ensino fundamental completo. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 315.400,00.

Marcinho, do PP, tem 42 anos, é casado, declara ao TSE a ocupação de empresário e tem ensino fundamental completo. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 103.000,00.

Xando, do PP, tem 38 anos, é solteiro, declara ao TSE a ocupação de motorista de veículos de transporte de carga e tem ensino médio completo. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 34.000,00.

Ismael Lima, do PP, tem 41 anos, é solteiro, declara ao TSE a ocupação de vendedor pracista, representante e caixeiro-viajante e tem ensino médio completo. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 24.000,00.

Narinha da Saúde, do PP, tem 52 anos, é casada, declara ao TSE a ocupação de servidora público municipal e tem ensino médio completo. Ela tem um patrimônio declarado de R$ 40.000,00.

Matheus Silveira, do PP, tem 35 anos, é solteiro, declara ao TSE a ocupação de servidor público municipal e tem ensino médio completo. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 19.500,00.

Kaskão Júnior, do MDB, tem 37 anos, é solteiro, declara ao TSE a ocupação de artesão e tem ensino médio completo. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 3.220,00.

Professor Maurício, do MDB, tem 33 anos, é solteiro, declara ao TSE a ocupação de professor de ensino médio e tem superior completo. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 177.000,00.

Vereadores de partidos da coligação do prefeito: 6 de 9.
Veja o número de vereadores por partido
PP: 6
MDB: 2
PSDB: 1

Fonte: G1