Mostrando postagens com marcador CONSUMIDOR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CONSUMIDOR. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

DEZ DICAS PARA COMEÇAR HOJE A SER UM CONSUMIDOR CONSCIENTE


No dia do consumidor consciente, o EcoD selecionou algumas dicas essenciais para você dá início a uma vida que equilibra satisfação pessoal e sustentabilidade.
Ser um consumidor consciente é consumir de forma diferente, levando em consideração aspectos como: o gasto de energia dos produtos, as embalagens, a quantidade, a necessidade, entre muitos outros.
Você não vai deixar de comprar, mas sim utilizar produtos com a possibilidade de colaborar com o planeta.
Faça sua parte. Comece a praticar as dez dicas e veja como pequenos gestos promovem grandes transformações.
Se alimente antes de ir ao supermercado
Um estudo mostra que pessoas com fome compram mais comida. Compras desnecessárias tendem a gerar mais lixo e desperdício. Por isso, faça um lanche ou uma refeição e não vá às compras de barriga vazia.
Bem alimentado e com a ajuda de uma lista de compras, fica ainda mais fácil comprar somente o que for preciso, pôr em prática o consumo consciente e evitar gastos desnecessários.
Evite modismos
Todos os dias recebemos centenas de informações sobre o que vestir, comer, qual a última novidade do mercado tecnológico etc. Tudo isso estimula o consumo, muitas vezes desnecessário. Por isso, fuja da tentação e não compre só porque está na moda.
Assim que ela passar, aquele produto estará obsoleto e poderá, facilmente, ir para o lixo. Além de agravar os problemas dos aterros sanitários, a produção desses objetos requer a utilização de recursos naturais, água e energia.
Seja um consumidor consciente e valorize suas compras. Adquira apenas aquilo que tenha utilidade, qualidade e que irá te servir por muito tempo.
Analise bem antes de comprar
Antes de sacar o cartão de crédito, pare um pouco e se faça algumas perguntas: do que e em quais condições esse produto foi feito? Como ele é embalado? Eu poderei reaproveitar ou reciclar todos esses materiais depois? E o mais importante, ele será realmente útil?
Se todas as respostas forem satisfatórias, então pode gastar seu dinheiro com tranquilidade. Mas se alguma coisa não está muito clara para você, então é melhor esperar um pouco e avaliar melhor se aquela compra é mesmo a melhor opção.
Ao fazer isso, você estará agindo como um consumidor consciente, que preza pela qualidade do produto e que tenta minimizar todos os impactos que ele pode gerar.
Compre serviços em vez de produtos
Quando precisar de algum equipamento, alugue em vez de comprar. Assim você sempre terá produtos atualizados e duráveis em vez de equipamentos que estarão obsoletos em pouco tempo.
Além disso, você estará estimulando a economia e economizando um bom dinheiro.
Prefira produtos de serviços de empresas sustentáveis
Na hora de escolher o que comprar, considere as ações de sustentabilidade promovidas pelas empresas e dê preferência àquelas que possuam políticas de responsabilidade social, preservação ambiental ou comércio justo.
Assim, você estará incentivando que outras empresas adotem esse tipo de prática, melhorando a vida de milhões de pessoas, ajudando a preservar a natureza e promovendo uma economia mais justa.
Planeje suas compras
Antes de ir ao shopping ou ao supermercado, planeje o que vai comprar. Isso evita o consumo desnecessário e, consequentemente, os gastos extras, a geração de mais lixo e a produção de novos bens.
O consumo consciente evita que toda a matéria-prima e energia gastas na confecção, transporte, armazenamento, venda e descarte de um produto sejam desperdiçadas. Por isso, confira nosso EcoD Básico: Consumir de forma consciente e sustentável e saiba fazer uma boa escolha na hora das compras.
Não compre produtos de má qualidade
Produtos de má qualidade costumam ter uma vida útil mais curta, tornando necessária a sua reposição em um curto período de tempo. Isso significa mais matéria-prima, energia e recursos naturais gastos na fabricação, transporte, comercialização e descarte de todo esse material.
Além disso, esses produtos costumam ser mais baratos, o que pode indicar uso de mão de obra desqualificada, mal remunerada e em péssimas condições de trabalho.
Por isso, prefira juntar um pouco mais e pagar por um produto de qualidade e que vá durar muito tempo.
Prefira produtos com menos embalagens
Sempre que for comprar algo, opte pelos produtos com menos embalagem. Uma alternativa ainda mais sustentável é levar suas próprias vasilhas e sacolas reutilizáveis para o mercado.
Assim você evita que toneladas de plásticos, bandejas de isopor e outros materiais sejam utilizados e descartados logo após o uso.
Pegue emprestado
Imagine a seguinte situação: você precisa de um determinado material ou equipamento para uma situação específica, mas sabe que provavelmente não irá utilizá-lo novamente depois. O que fazer? Nesses casos, prefira pegar emprestado em vez de comprar um novo.
Além de economizar dinheiro, você irá evitar que esse objeto vire lixo em pouco tempo e impedir que novos produtos sejam fabricados – o que consome água, energia e outras matérias-primas.
Por isso, antes de comprar procure saber se algum amigo, parente ou conhecido não pode lhe emprestar o que você está precisando.
Prefira lanches de casa
Lanches caseiros, como sanduíches e saladas de frutas, são mais saudáveis, baratos e sustentáveis que lanches industrializados comprados na rua.
Por isso, antes de sair de casa, prepare um lanche e leve-o com você para o trabalho, escola ou faculdade. Você terá a segurança de comer algo que conhece a procedência, poderá poupar a conta com alimentação no final do mês e ainda evita gerar mais lixo com embalagens, plásticos etc.
Para tornar seu lanche ainda mais saudável e sustentável, dê preferência a alimentos orgânicos e produzidos localmente.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Campanha orienta consumidor sobre cuidados na hora de comprar alimentos


No Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, o Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários promove hoje (15) uma campanha para alertar a população sobre os cuidados essenciais no consumo. O objetivo é prestar esclarecimentos sobre os cuidados básicos que devem observados na hora de comprar alimentos. De acordo com Ézio Mota, fiscal federal que trabalha no Ministério da Agricultura, a intenção da campanha é fortalecer o papel do consumidor.
A campanha tem o slogan “O fiscal pode ser você” e tem ações em 22 cidades brasileiras: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Caxias do Sul, Ceará, Chapecó, Concórdia, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Itajaí, João Pessoa, Natal, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, Santa Maria, São Miguel do Oeste, São Paulo e Teresina.
O fiscal federal do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Rainer Hoffmann, disse àAgência Brasil, que o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF) é um item imprescindível. Segundo ele, para a aprovação dos produtos, são feitas várias análises e é necessário atender aos requisitos mínimos de qualidade para consumo. No caso do leite, por exemplo, um dos itens analisados é a acidez.
“Para que o consumidor tenha a certeza de que está comprando produtos de qualidade, é muito importante sempre verificar na embalagem o selo do SIF do Ministério da Agricultura, ou das inspeções estadual ou municipal”, disse Hoffmann.
Para a aposentada Divina da Silva de 56 anos, a fiscalização sobre os alimentos deveria ser mais rigorosa. “Fiz transplante de rim e meu médico me proibiu de comer na rua, preciso ter muito cuidado com alimentação. E uma ação como essa é essencial para conscientizar a população, não só pessoas com restrições, como eu, mas todos os consumidores. Eu sempre olho se tem o selo do ministério, observo também a validade de tudo, dos mais [produtos] perecíveis ao xampu de cabelo”, disse ela.
Ézio Mota lembrou que os consumidores nem sempre conhecem os seus direitos, e, muitas vezes, acabam caindo em armadilhas dos comércios. “Infelizmente o consumidor compra pelo preço, e não toma os cuidados devidos”, disse ele.
A operadora de telemarketing Fátima Costa Pinheiro, de 33 anos, conta que já foi vítima de promoções enganosas. “Sou muito exigente com produtos alimentícios, sempre demoro muito quando vou ao mercado, mesmo com todos os meus cuidados já comprei carne estragada, voltei ao supermercado e devolvi [a carne]. É difícil saber se os produtos estão realmente bons, no meu caso, a carne estava aparentemente fresca, e, quando cheguei à minha casa, vi que na verdade estava podre”, disse.
O material da campanha está disponível no site do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Seminário debate participação do idoso no mercado de consumo


 Como o mercado tenta conquistar o idoso, que tipo de atendimento nos hospitais ele tem, como o sistema de transporte trata aqueles que já passaram dos 60 anos. Esses foram alguns temas debatidos hoje (13) no seminário Um Brasil Mais Velho: O Novo Perfil do Consumidor Idoso, na Câmara dos Deputados.
Organizado pelo deputado federal Dimas Ramalho (PPS-SP), em parceria com a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), o evento reuniu profissionais para a discussão, sob a ótica da acessibilidade, do atendimento dos idosos e também sobre os direitos do idoso. Na ocasião, foi lançada a Cartilha dos Direitos do Idosos.
De acordo com o deputado, “a discussão principal é como as áreas de consumo, as empresas e o setor público vêm dispensando o tratamento aos idosos”.
Os participantes lembraram que o Estatuto do Idoso vai completar dez anos em vigor. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), atinge-se a melhor idade aos 60 anos, e o envelhecimento é vivido de maneira muito individual, variando de pessoa para pessoa.
Diante dessa realidade, a coordenadora de Políticas do Idoso da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Márcia Cristina de Oliveira, destacou a necessidade de um debate aberto sobre as políticas públicas para o idoso. “Estamos fazendo dez anos [de estatuto] no momento em que a ONU [Organização das Nações Unidas] congregou os países à discussão das políticas mundiais para os idosos. Nós teremos uma reunião em dezembro, na Madrid+10, para a discussão do idoso no Brasil, que é o maior consumidor de políticas públicas da América Latina e do mundo”, disse.
De acordo com a diretora do Departamento de Produção e Defesa do Consumidor, Juliana Pereira, a população de idosos no Brasil tem sido alvo de armadilhas do mercado, como a facilidade de acesso ao crédito consignado, financiamentos com prestações baixas e benefícios exclusivos. São atrativos que acabam por seduzir os aposentados. Mas as alternativas, ressalta, nem sempre representam um bom negócio.
Juliana Pereira conta que houve um crescimento, entre 2009 e 2011, da procura dos idosos pelo Procon. “Dentre as maiores reclamações estão os cartões de crédito, que representam a terceira maior demanda, pois muitos idosos utilizam os cartões como uma segunda renda dentro da faixa financeira [deles], justamente por falta de orientação, o que acarreta o endividamento involuntário”, disse.
Ela ressaltou ainda que o idoso mostra-se muito ativo economicamente, dentro das relações de consumo. “Apesar disso, a condição de cidadania ainda está em processo de consolidação”. Na Secretaria de Direitos Humanos, o abuso financeiro, econômico e a violência patrimonial são a quarta denúncia mais representada com 22,24%, seguida pelas reclamações contra bancos comerciais e cartões de crédito, com 30% dos casos coletados pelo Disque Denúncia da secretaria.
Agência Brasil 13/03/2012

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Usuário de plano de saúde deve cobrar atendimento de novos procedimentos autorizados, aconselha Idec


 As operadoras de planos de saúde que deixarem de cobrir um dos novos procedimentos que passaram a integrar a lista obrigatória de serviços estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) serão multadas em R$ 80 mil. Desde o dia 1º, mais 69 procedimentos foram incluídos na lista de consultas, exames, cirurgias e tratamentos com medicamentos especiais de planos de saúde.
Em caso de negativa por parte da operadora, a advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Joana Cruz, alerta o usuário a procurar o plano de saúde em primeiro lugar. Se ainda não conseguir o atendimento, deve denunciar a empresa à ANS pelo telefone 0800 701 9656 ou em um dos 12 núcleos da agência, que é a responsável pela fiscalização do setor. Em última instância, o consumidor pode recorrer à Justiça.
A advogada defende uma cobertura ainda mais ampliada, citando como procedimentos que poderiam ser incluídos os transplantes de fígado e pulmão, que ainda estão de fora da lista. “Os planos deveriam atender muito mais. Se não cumprir, tem que entrar na Justiça”, disse Joana Cruz.
Entre os novos serviços que devem ser oferecidos pelos planos de saúde, está a cirurgia de redução de estômago (bariátrica) por vídeo, que é menos invasiva que o método convencional. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, a inclusão da técnica atende a uma antiga demanda dos pacientes e profissionais. Das 60 mil operações bariátricas feitas no país em 2010, 35% usaram a técnica da videolaparoscopia.
Ao invés de abrir o abdômen do paciente, o médico precisa fazer pequenas incisões para a passagem das cânulas e da câmera de vídeo. Além disso, a cirurgia é toda gravada. Segundo a sociedade médica, o custo da cirurgia por vídeo é maior, porém o tempo de internação diminui e é menor o risco de complicações pós-cirúrgicas, como infecção e o aparecimento de hérnia.
Outra novidade é o tratamento com medicamentos especiais para quem sofre de artrite reumatoide. Os remédios são indicados para pacientes que não responderam ao tratamento convencional. Estima-se que 30 milhões de brasileiros sofram de doenças reumáticas, sendo 10% deles de artrite reumatoide.
A coordenadora institucional da Associação Nacional de Grupos de Pacientes Reumáticos (Anapar), Lauda Santos, comemorou a entrada dos medicamentos na cobertura dos planos de saúde. Ela lamenta, no entanto, que eles ainda não estejam disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). “Somente uma pequena parcela vai ter acesso”, disse, acrescentando que há uma luta pela inclusão dos remédios na rede pública desde 2006. O custo do tratamento especial varia de R$ 8 mil a R$ 20 mil por mês.
A Agência Brasil tentou contato com a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) e também com a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa as 15 maiores operadoras, para comentar a entrada em vigor da nova lista de cobertura obrigatória. No entanto, não conseguiu contato.
Em agosto passado, quando a ANS divulgou a lista, a Abramge informou que o alto custo dos novos serviços pode levar empresas do setor à falência. A FenaSaúde disse que as operadoras filiadas irão cumprir a legislação rigorosamente.
No primeiro momento, não haverá reajuste das mensalidades por causa dos novos procedimentos. Durante este ano, a ANS vai monitorar as operadoras para detectar possíveis reflexos financeiros. Caso isso venha a ocorrer, o custo adicional será incluído no reajuste das mensalidades a partir de 2013.
A lista completa dos 69 novos procedimentos está disponível na página da ANS na internet.
Agência Brasil 02/01/2012

sábado, 24 de dezembro de 2011

Começam a vigorar em janeiro novas regras de conformidade elétrica para aparelhos eletrodomésticos


A partir de janeiro, fabricantes, importadores e lojistas não poderão mais comercializar produtos eletrodomésticos que não atendam aos requisitos da avaliação da conformidade (RAC), determinados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O objetivo é ampliar a segurança dos produtos, principalmente no que diz respeito à parte elétrica.
Com a medida, aparelhos de 97 famílias de eletrodomésticos nacionais e internacionais serão objeto de operações de fiscalização constantes feitas pelo órgão. Entre os itens a serem fiscalizados, estão campeões de vendas como ferros de passar roupa, torradeiras, sanduicheiras e fornos elétricos. Os produtos deverão atender a critérios técnicos de eletricidade como resistência e voltagem.
De acordo com gerente da Divisão de Programas de Avaliação da Conformidade do Inmetro, Leonardo Rocha, a importância da medida está no fortalecimento do mercado brasileiro e na maior segurança para os consumidores. “Queremos aumentar a qualidade dos eletrodomésticos. Com a implementação dessa medida, vamos fazer com que produtos de má qualidade não cheguem às mãos [dos consumidores]”, observou Rocha.
O técnico do Inmetro disse ainda que os fabricantes foram avisados sobre o prazo de enquadramento no RAC. Caso determinado produto não atenda aos requisitos impostos pelo Inmetro e isso seja verificado nas operações de fiscalização, corre o risco de ser retirado do mercado e o fabricante estará sujeito a pagar multa, que pode chegar a R$ 1 milhão.
Agência Brasil 23/12/2011