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sábado, 17 de março de 2012

Reutilizando o óleo de cozinha para fazer sabão


Que tal dar um novo destino ao óleo utilizado, em vez de jogá-lo na pia? Aprenda a fazer sabão.
A conta é bastante simples: basta um único litro de óleo de cozinha jogado de maneira inadequada para poluir um milhão de litros de água. O óleo de cozinha destinado inadequadamente, além do risco de contaminação da rede de água, ainda pode entupir canos e a rede de esgoto, a partir do  a cúmulo  de gordura . Portanto, dar  o  destino  adequado para o óleo de cozinha é nossa responsabilidade. Em Florianópolis já existem pontos de coleta para o óleo de cozinha utilizado. Basta esperar esfriar  após  o uso,   guardar em uma garrafa pet e, quando estiver cheia, levar para o local de destinação correta.
Mas, se você quer aproveitar  este  resíduo  pode tentar uma destas receitas
(ATENÇÃO: tome bastante cuidado em se proteger, usando luvas na hora de manipular os produtos. A soda cáustica é um produto perigoso que deve ser manuseado de acordo com as instruções de sua embalagem e mantido longe das crianças):
RECEITA 1:
- 5 litros de óleo de cozinha usado;
- 2 litros de água;
- 200 mililitros de amaciante;
- 1 quilo de soda cáustica em escama.
Colocar, com cuidado, a soda em escamas no fundo de um balde. Em seguida, adicionar a água
fervendo e mexer até diluir a soda. Acrescentar o óleo e mexer. Misturar bem o amaciante. Jogar a mistura numa fôrma e cortar as barras de sabão somente no dia seguinte.
RECEITA 2: COM AROMA
- 4 litros de óleo comestível usado;
- 2 litros de água;
- ½ copo de sabão em pó;
- 1 kg de soda cáustica;
- 5 ml de óleo aromático de erva-doce ou outro a gosto.
Esquentar a água. Separar meio litro e dissolver o sabão em pó nele. Dissolver a soda cáustica nos litro e meio de água restante. Adicionar lentamente as duas soluções ao óleo e mexer durante 20 minutos. Adicionar a essência mexendo bem, e despejar nas fôrmas escolhidas. Desenformar apenas no dia seguinte.
O site Nutricy ainda lembra: “Quem quiser produzir sabão em quantidades maiores pode fazer parcerias com pastelarias e barracas de pastel da feira, para colher o óleo que normalmente é jogado fora e doar para que seja transformado em sabão de boa qualidade”. Todos os créditos das receitas para nutricionista Daysiellen Cabral de Magalhães
Fonte: Nutricy.com
Conheça outra receita com fotos clicando aqui
Saiba mais sobre o Programa ReÓleo da ACIF
Fonte: Blog voluntários online


domingo, 4 de dezembro de 2011

Destino certo a 59,3 mil litros de óleo

Rio Pardo - O Programa de Coleta de Óleo Saturado, da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), recolheu este ano 59.305 litros do produto para dar-lhes destino correto. O trabalho começou em 2009 e já abrange 69 municípios do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, num total de 401 escolas, 121.015 alunos e 14.343 professores e servidores. O volume total de óleo coletado desde o começo das atividades, há dois anos, é de 120.980 litros.
Pela parceria, a escola coleta o óleo, faz a primeira filtragem e o entrega na filial da Afubra em que está cadastrada. A entidade envia o óleo ao Parque da Expoagro Afubra, em Rio Pardo, onde está instalada a usina de bioenergia. No local, ocorre a transformação em biodiesel, usado em veículos da associação. As garrafas PET utilizadas para armazenar o óleo são doadas a uma usina de reciclagem de Santa Cruz do Sul. Já a glicerina é destinada a projetos e pesquisas que estudam a sua melhor forma de uso.
Como forma de incentivo, todo o óleo enviado para a Afubra resulta num bônus de R$ 0,50 por litro, que pode ser trocado por mercadorias nas lojas da Agro-Comercial Afubra. "Mas o maior prêmio é a preservação do meio ambiente e a conscientização dos alunos, professores e da comunidade escolar e em geral da necessidade do descarte correto do óleo, que, se jogado na natureza, causa danos irreparáveis", enfatiza o gerente dos Assuntos Ambientais e coordenador-geral do Projeto Verde é Vida, Adalberto Sidnei Huve.
Para 2012, a sistemática do recolhimento terá mudanças. A coleta será realizada durante o ano, ou seja, de janeiro a dezembro, com a entrega dos cheques no início do ano letivo subsequente. "Acreditamos que essa nova forma de trabalho será mais tranquila tanto para as escolas como para a nossa equipe que faz o controle do óleo recebido", diz o gerente de Assuntos Corporativos, Marco Antonio Dornelles.

Fonte:Jornal Correio do Povo 04/12/2011
Assista o documentário realizado pelo IEE Vasconcelos Jardim que mostra todas as etapas do programa.
Premiado este ano no Festival de Vídeo Estudantil e Mostra de Cinema - Guaíba/RS