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sábado, 21 de julho de 2012

Padilha descarta ampliar vacinação contra gripe A na Região Sul


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reafirmou hoje (20) que não há risco de uma epidemia da influenza A (H1N1) - gripe suína no Brasil, nem mesmo na Região Sul do país, onde a doença já matou 123 pessoas este ano. Ele descartou a possibilidade de ampliar a vacinação contra a gripe na região. Padilha destacou que a principal orientação do ministério é que o antiviral oseltamivir, de nome comercial Tamiflu, seja receitado aos pacientes assim que surgirem os primeiros sintomas da doença.
“Neste momento, eu diria que ele [oseltamivir] é até mais importante que a vacina, porque ela demora de 10 a 15 dias para garantir a proteção de imunidade à pessoa. Quando começa a aumentar o número de casos, o mais importante é a orientação correta aos profissionais de saúde do uso do Tamiflu de forma precoce, especialmente nas primeiras 36 horas”, disse o ministro, após participar do anúncio de liberação de verbas para o Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Segundo Padilha, a situação atual é muito diferente da pandemia de 2009, quando mais de 2 mil pessoas morreram em decorrência da gripe A. “O que existe hoje é uma maior circulação do vírus e uma maior detecção também, já que aumentamos de 30 para 120 os pontos de coleta da amostra para diagnóstico do vírus”, avaliou. Dados do ministério apontam, até o último dia 12, 159 mortes em todo o país causadas pelo vírus H1N1.
Sobre o fato de dois terços das mortes estarem concentradas nos estados do Sul do país, Padilha explicou que a região têm histórico de maior número de casos de doenças pulmonares e gripe “por ser mais fria e por ter mais pessoas idosas, tendo em vista que a expectativa de vida é maior”. O ministro informou que foram analisados os perfis das vítimas da doença em Santa Catarina. “A grande maioria era do grupo de risco, que tinha indicação para tomar a vacina, ou o Tamiflu foi administrado de forma tardia”, declarou.
O ministro da Saúde alertou que não há dispensa da receita médica para o oseltamivir. “Ele [o remédio] tem que ser receitado pelo médico e o controle é feito pela prescrição. O que nós estamos fazendo é garantir um estoque suficiente na rede pública e orientando que o medicamento seja distribuído em todas as unidades, ficando próximo [acesso] à população. Desde maio, existe Tamiflu suficiente no Sistema Único de Saúde (SUS).”
Durante o evento na capital paulista, Padilha anunciou o aumento na liberação anual de recursos para o HC e para o Instituto do Coração (Incor). Serão mais R$ 80 milhões para os hospitais a cada ano. Com o incremento, a expectativa é que sejam ampliados, principalmente, o número de transplantes e cirurgias eletivas. Atualmente, 15,26% dos transplantes de São Paulo são feitos nas unidades de saúde. “Queremos, com isso, diminuir o tempo de espera da população. As pessoas ficam de seis meses a um ano esperando cirurgias eletivas, principais filas da rede pública”, disse.
O presidente do Conselho Deliberativo do HC, José Otávio Costa Aueler, garantiu que os novos recursos vão permitir maior oferta dos procedimentos indicados pelo ministério, mas não precisou quantos transplantes ou cirurgias poderão ser feitos a mais. “Nós teremos como avaliar posteriormente. Vamos precisar aumentar também o número de leitos de UTI [unidade de terapia intensiva], por exemplo, uma infraestrutura que já está sendo planejada. Dentro de um processo, esse aumento vai se efetivando.”
Agência Brasil

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Mortes por gripe A na Região Sul sobem para 123


 Com mais cinco mortes registradas hoje (19) no Rio Grande do Sul e outras dez em Santa Catarina, subiu para 123 o total de pacientes com o vírus Influenza H1N1 que morreram este ano na Região Sul do país.
Desde janeiro, morreram 62 pessoas em Santa Catarina, 38 no Rio Grande do Sul e 23 no Paraná em decorrência da influenza A (H1N1) – gripe suína.
O total registrado em 2012 equivale a 15,6% dos óbitos verificados em 2009, auge da pandemia, quando 789 pessoas morreram nos três estados. O fim da pandemia foi decretado em agosto de 2010 pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Blumenau é a cidade catarinense que apresenta o maior número de mortes, com 11 ocorrências. Nos estados do Rio Grande do Sul e do Paraná, as capitais lideram o número de óbitos – são seis em Porto Alegre e quatro em Curitiba.
Segundo dados do Ministério da Saúde atualizados até o último dia 12, o país registra desde janeiro 159 mortes relacionadas ao vírus Influenza H1N1. Dois terços dessas pessoas viviam na Região Sul. O clima frio do inverno facilita a circulação do vírus.
Na última sexta-feira (13), o ministério divulgou um levantamento segundo o qual metade dos pacientes que morreram em Santa Catarina teve acesso tardio ao antiviral oseltamivir, conhecido pelo nome comercial Tamiflu.
Os médicos de todo país estão orientados a prescrever o Tamiflu aos pacientes que apresentarem quadro de síndrome gripal, mesmo antes dos resultados de exames ou sinais de agravamento. O medicamento, que reduz as chances de que a doença evolua para um caso grave, é mais eficaz nas primeiras 48 horas desde o início dos sintomas.
A gripe se caracteriza pelo surgimento simultâneo de febre e tosse ou dor de garganta, somados a dor de cabeça, dor muscular ou nas articulações. Lavar as mãos várias vezes ao dia, usar lenço descartável ao tossir e espirrar, evitar aglomerações e ambientes fechados são algumas das formas de evitar a transmissão da doença.
Agência Brasil 19/07/2012

quinta-feira, 19 de julho de 2012

"Pode aparecer outro vírus tão agressivo quanto este", diz infectologista do Hospital de Clínicas

Luciano Goldani admite que o vírus H1N1 está se despedindo do Estado, mas não descarta mutações


A gripe A, que já matou 33 pessoas no Estado, tende a se estagnar. Para Luciano Goldani, chefe da unidade de Infectologia do Hospital de Clínicas, o que está se vendo agora são os últimos suspiros do vírus H1N1:
— O acúmulo das doses dos últimos anos ajuda a fazer com que o hospedeiro para esse vírus se esgote. Isso não impede que haja mutações do H1N1. Pode aparecer outro vírus tão agressivo quanto este.



Médico desde 1984, Goldani é infectologista e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Em 2009, trabalhou na linha de frente de combate à doença no Rio Grande do Sul, em barracas erguidas em frente ao Clínicas.
Ele tem experiência no assunto. Entre 2003 e 2006, montou ao lado de dois colegas americanos o setor de infectologia do Cape Code Hospital, nos Estados Unidos, onde viveu por dois anos.
— Lá, há uma população idosa muito grande. Precisei enfrentar muitos casos de gripes, o que é comum nesta faixa etária — contou.
Assim que soube da chegada da pandemia ao Brasil, em 2009, viveu dias tensos e de insegurança generalizada.
— Começamos a ver os casos graves em pessoas saudáveis, de fora do grupo de risco. Sabia que era um vírus agressivo e com capacidade para se disseminar rapidamente e causar danos, principalmente, pela pouca infraestrutura disponível — disse.
Confira abaixo o que Goldani pensa sobre a doença:


Em 2009


Acertos


— Hospitais e postos de saúde fizeram mutirão e muitos profissionais fizeram horas extras para atender à demanda. Também foram montados esquemas especiais de atendimento, com barracas e contêineres diante de hospitais;


— A Secretaria da Saúde teve autocrítica para dialogar com os médicos e melhorar a estratégia de combate;


— Suspensão das aulas, pelo surto que foi à época.


Erros


— A melhor prevenção é a imunização. Com toda a tecnologia já existente em produção de vacinas, é inconcebível que tenha demorado tanto tempo para a produção e distribuição das doses;


— O Ministério da Saúde deveria ter capacitado adequadamente as instituições para lidar com a doença;


— A infraestrutura em emergências e UTIs para atendimento a pacientes graves é precária. Não mudou nada de lá para cá.


Em 2012


Acertos


— Disponibilização gratuita de Tamiflu na rede pública e também a liberação para venda nas farmácias privadas;


— Investigação dos casos, com diagnóstico mais rápido através de exame laboratorial;


— O treinamento dos profissionais de saúde foi aprimorado e os médicos passaram a internar os casos mais graves e tratar imediatamente mediante à suspeita.


Erros


— Ter o foco da vacina apenas para grupos de risco. Muitas vezes nem mesmo quem está contemplado nos grupos de risco sabe que está incluído, o que dificulta a cobertura;


— O início da vacinação foi tardio, já que começa a fazer efeito em cerca de duas semanas;


— A doença foi subestimada. A melhoria na situação em 2011 pode ter gerado um relaxamento geral.


O futuro


Em 2012


— Se ainda der tempo de tomar a vacina, é preciso aproveitar. A Secretaria Estadual da Saúde anunciou que um novo lote de 200 mil doses vão chegar ao Estado;


— Evitar contato, a menos de dois metros, com quem tenha apresentado os sintomas e incentivar que essas pessoas se mantenham reclusas ao menos por cinco dias.


Em 2013


— Prestar atenção no que vai ocorrer no inverno do Hemisfério Norte para ter a noção exata da produção necessária de antiviral e de vacinas;


— Deve-se montar um calendário de vacinação, como no passado;


— Melhorar as unidades de tratamento intensivo para atender adequadamente às complicações em decorrência do vírus.


Principais sintomas da gripe A: 


- Tosse e espirros
- Fortes dores no corpo, na cabeça e na garganta
- Febre alta,acima de 38°C
- Pode haver náuseas, vômitos e diarreia
- Falta de ar


Para prevenir a contaminação, é aconselhado:


- Higienizar as mãos com frequência, principalmente após tossir ou espirrar
- Utilizar lenço descartável para higiene nasal
- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir
- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca
- Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal
- Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social
- Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes com aglomeração 
- Ventilar os ambientes
Jornal Zero Hora 19/07/2012 


sábado, 14 de julho de 2012

Metade dos mortos por gripe A em Santa Catarina teve tratamento tardio, diz ministério


Dos primeiros 28 pacientes que morreram este ano em Santa Catarina após contrair a influenza A (H1N1) – gripe suína, 14 tiveram acesso tardio ao medicamento antiviral oseltamivir, conhecido pelo nome comercial Tamiflu. Eles tomaram o remédio mais de cinco dias após o início dos sintomas. A conclusão faz parte de um estudo divulgado hoje (13) pelo Ministério da Saúde. Os técnicos do ministério analisaram as primeiras 28 das 52 mortes causadas pela doença no estado.
A eficácia do antiviral é maior nas primeiras 48 horas desde o surgimentos dos sintomas. "Se antes tínhamos indícios, agora temos informações concretas de que o tratamento, no momento adequado, ainda não está sendo adotado em todos os serviços", disse o diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch. "Consideramos de fundamental importância que os profissionais prescrevam e forneçam, o mais rápido possível, o antiviral", alertou.
Algumas das pessoas mortas, que tiveram o tratamento tardio, também apresentam histórico de mais de um atendimento em serviços de saúde, antes da última internação. A investigação do ministério aponta ainda a presença de comorbidades (quando duas ou mais doenças têm causas relacionadas) no perfil de parte das vítimas. As principais doenças identificadas foram cardiopatias, pneumopatias, obesidade e diabetes, predominantemente entre homens de 40 a 59 anos de idade.
Uma equipe do Ministério da Saúde foi enviada ao estado de Santa Catarina no último dia 15 de junho, a pedido da Secretaria Estadual de Saúde. Os técnicos revisaram prontuários de atendimento e fizeram visitas domiciliares para complementar as informações.
Os médicos de todo o país estão orientados a prescrever o Tamiflu aos pacientes que apresentarem quadro de síndrome gripal, mesmo antes dos resultados de exames ou sinais de agravamento. A síndrome gripal se caracteriza pelo surgimento simultâneo de febre, tosse ou dor de garganta, somados à dor de cabeça, dor muscular ou nas articulações.
O medicamento foi retirado esta semana da lista de substâncias sujeitas a controle especial. Com a medida, o Tamiflu passou a ser comercializado nas farmácias com receita médica simples, e não mais em duas vias. O antiviral também está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).
Agência Brasil

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Região Sul já registra 57 mortes por gripe A em 2012


A Região Sul do país registra desde o início do ano um total de 57 mortes confirmadas de pacientes que contraíram influenza A (H1N1). Conforme os últimos boletins, divulgados entre ontem (25) e hoje (26) pelos três estados da região, houve 35 mortes causadas pela gripe suína em Santa Catarina, 13 no Paraná e nove no Rio Grande do Sul.
Os municípios de Santa Catarina com maior número de óbitos são Blumenau (7 mortes), Videira (3) e Tubarão (2). No Paraná, as cidades de São José dos Pinhais (3) e Curitiba (2) aparecem no topo da lista. No Rio Grande do Sul, Santo Ângelo (2).
No Paraná, a faixa etária dos pacientes que morreram varia entre 16 e 70 anos de idade. No Rio Grande do Sul, de 15 a 59, além de uma vítima com mais de 60 anos. A Secretaria de Saúde Santa Catarina informará o perfil das vítimas nos próximos dias.
A assessoria de imprensa do Ministério da Saúde informou à Agência Brasil que, diferente do que foi feito na pandemia de 2009, não está divulgando boletins com os dados nacionais da doença. Em agosto de 2010, com base nos dados epidemiológicos, a Organização Mundial da Saúde declarou a pandemia como encerrada.
De acordo com o ministério, mesmo com o fim da pandemia, o subtipo A (H1N1) 2009 continua circulando no mundo inteiro, produzindo apenas surtos localizados, porque a maioria das pessoas já está protegida contra ele, seja porque tiveram a infecção natural ou porque se vacinaram.
Ontem, o estado de São Paulo divulgou a ocorrência de 11 mortes desde janeiro. Hoje, Minas Gerais relatou um total de cinco mortes.
Conforme dados do Ministério da Saúde, a Região Sul registrou 789 mortes por gripe A (H1N1) em 2009. Nos anos seguintes, de 2010 e 2011, foram 21 e 14, respectivamente. Em todo o país, morreram em razão da doença 2.060 pessoas em 2009, 113 em 2010 e 27 em 2011.
Os médicos devem prescrever o medicamento antiviral oseltamivir, conhecido pela marca Tamiflu, a todos os pacientes que apresentarem quadro de síndrome gripal, mesmo antes dos resultados de exames ou sinais de agravamento. Os sintomas da síndrome gripal são surgimento simultâneo de febre, tosse ou dor de garganta, somados a dor de cabeça, dores musculares ou nas articulações
Entre as orientações para se prevenir contra o vírus da gripe estão lavar as mãos várias vezes ao dia, evitar tocar a face com as mãos e proteger a tosse e o espirro com lenço descartável. Em caso de síndrome gripal, a orientação é procurar um serviço de saúde o mais rápido possível.
Agência Brasil 26/06/2012

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Campanha de vacinação contra a gripe é prorrogada até 1º de junho


O Ministério da Saúde prorrogou até 1º de junho a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A imunização começou no último dia 5 e estava prevista para terminar amanhã (25). Até a manhã de hoje (24), 15,8 milhões de pessoas haviam sido vacinadas, o que representa apenas 52,4% do público-alvo.
A meta do governo é imunizar 24,1 milhões de pessoas com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e menores de 2 anos, gestantes, trabalhadores de saúde e indígenas, totalizando 80% do público-alvo.
A melhor adesão à campanha, no momento, é entre as crianças, com um percentual de cobertura de 59,4% (quase 2,6 milhões). Na sequência, aparece 1,3 milhão de trabalhadores de saúde (54,3%), mais de 10,7 milhões de idosos (52%), pouco mais de 1 milhão de gestantes (47,5%) e 586,6 mil índios (40,4%).
A escolha dos chamados grupos prioritários é uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). São priorizadas pessoas mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. De acordo com o ministério, ao vacinar os grupos prioritários, quebra-se a cadeia de transmissão do vírus para a população em geral.
A pasta reforçou que a dose – oferecida gratuitamente em 34 mil postos de saúde espalhados pelo país – é segura e protege contra os três vírus que mais circularam no Hemisfério Sul em 2011 – inclusive o Influenza H1N1.
Segundo o ministério, estudos demonstram que a vacinação contra a gripe pode reduzir entre 32% a 45% o número de internações por pneumonias e entre 39% e 75% a mortalidade global. Entre os residentes em lares de idosos, a imunização reduz o risco de pneumonia em cerca de 60%, e o risco global de hospitalização e morte, de 50% a 68%, respectivamente.
Agência Brasil 24/05/2012

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Campanha de vacinação contra a gripe começa esta semana em todo o país


Começa no próximo sábado (5) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que vai proteger também contra a influenza A (H1N1) – gripe suína. A meta é imunizar 24,1 milhões de pessoas até o dia 25 de maio.
Devem procurar os postos de saúde idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 2 anos, grávidas em qualquer período da gestação, indígenas e profissionais de saúde.
Crianças que serão vacinadas pela primeira vez deverão tomar duas doses, com intervalo de 30 dias. Aquelas que já receberam uma ou duas doses da vacina no ano passado deverão receber apenas uma este ano. Os demais grupos deverão tomar dose única.
Ao todo, 65 mil postos e 240 mil profissionais de saúde em todo o país vão distribuir as doses. Serão usados 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais. No sábado (5), os postos de saúde funcionarão das 8h às 17h.
Em 2011, de acordo com dados do ministério, 25,134 milhões de pessoas foram vacinadas – 84% do público-alvo definido. No mesmo período, foi registrada uma redução de 64% nas mortes provocados pelo vírus Influenza H1N1. Ao todo, 53 óbitos foram confirmados. Também no ano passado, houve queda de 44% nos casos graves da doença, que totalizaram 5.230.