O Grupo de Polícia Ambiental, do Comando da Brigada Militar de Santiago, apreendeu 12 capivaras, três pacas e duas cotias presas em cativeiro, em uma casa na Rua Quincas Maciel, no bairro Carapé, em São Vicente do Sul, na manhã desta terça-feira.
No local, também foram apreendidos cerca de 18 quilos de carne de caça congelados, uma espingarda calibre 20, uma pistola calibre 40, três facas, sete redes de pesca, um motor de barco e munição.
O dono da casa, um homem de 61 anos, foi detido e apresentado na Delegacia de Polícia Civil de Santiago, junto com o material apreendido.
Segundo o comando ambiental, o homem mantinha os animais em cativeiro para comercializar a carne. Ele foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Santiago para registro do flagrante. O idoso deve ser liberado após o pagamento da fiança de R$ 622, determinada pelo delegado João Carlos Brum Vaz. O homem deverá responder por crime ambiental e posse irregular de armas.
Os animais vivos ficaram na casa do homem, que ficou como fiel depositário. Os animais deverão ser encaminhados ao Criadouro Conservacionista São Braz, em Santa Maria.
Zero Hora 11/09/2012
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terça-feira, 11 de setembro de 2012
sábado, 16 de abril de 2011
RETIRADA ILEGAL DE AREIA É DESCOBERTA
Uma equipe do Grupo de Polícia Ambiental (GPA), de São Jerônimo, flagrou, ontem, uma draga retirando areia do rio Jacuí de forma ilegal. A dragagem estava sendo realizada a trinta metros da margem, enquanto a legislação determina a distância de 50 metros do leito do curso d''água para a atividade.A embarcação apreendida estava carregada com aproximadamente 12 metros cúbicos de areia, extraída de maneira irregular, tendo sido tudo apreendido. O responsável pela draga vai responder por crime ambiental, com pena prevista de seis meses a um ano de detenção e multa.
O comandante do GPA, soldado Vladimir Bittencourt, explicou que são feitas fiscalizações constantes para controle das atividades de mineração. Mesmo assim, afirma Bittencourt, é difícil flagrar as dragas trabalhando na distância inferior à autorizada.De acordo com a Brigada Militar, quando a presença da Polícia ambiental é percebida no rio, os equipamentos costumam ser movidos dos lugares impróprios. "Dessa vez, conseguimos dar o flagrante e impedir a continuidade da extração irregular", enfatizou o comandante do GPA.
Fonte:Jornal Correio do Povo 16/04/2011
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