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quinta-feira, 7 de maio de 2026

Modernização de eclusa de AMARÓPOLIS em SANTO AMARO DO SUL no Rio Jacuí começa no segundo semestre

 












De acordo com projeções do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), a expectativa é que até junho seja dada a ordem de serviço para o começo das obras de modernização da eclusa de Amarópolis.



sexta-feira, 10 de junho de 2016

PESCA PREDATÓRIA NO RIO JACUÍ - BARRAGEM DE AMARÓPOLIS








Após denúncia, a PATRAM de São Jerônimo, flagrou nas proximidades da Barragem Amarópolis, Rio Jacuí, em General Câmara, 32 redes de pesca de malhas predatórias, que totalizaram 1.500 metros de comprimento.

A malha da rede que é permitida para a pesca no rio, deve ter sua medida, entre nós esticados de 70mm. A maioria do material possuía a metade disto. A pesca predatória é um dos principais motivos para a perda da fauna ictiológica do rio.

O material foi recolhido pelos policiais e será descaracterizado e destruído. Os infratores, ao serem identificados, poderão sofrer pena de prisão de 2 a 4 anos.


A PATRAM solicita que a comunidade ajude a denunciar este tipo de crime através do

      número 3651 3492

ou pelo email:
         1babm-sje@brigadamilitar.rs.gov.br


terça-feira, 18 de março de 2014

PESCA PREDATÓRIA - Comando Ambiental apreende 8,5 mil metros de rede no Jacuí

Uma operação do Comando Ambiental da Brigada Militar resultou na apreensão de 8,5 mil metros de redes no Rio Jacuí. A ação, que iniciou na sexta-feira, se estendeu até este domingo. Os policiais militares percorreram cerca de 100 quilômetros do rio. A varredura teve início na Barragem de Amarópolis, em General Câmara, e seguiu, passando por Rio Pardo, até chegar a Cachoeira do Sul, próximo da Ponte do Fandango.
O objetivo da operação é combater a pesca predatória na região. No final do mês passado, já tinha sido realizada uma varredura em Rio Pardo, que resultou na apreensão de quase 3 mil metros de rede. Dessa vez, os policiais retornaram com um efetivo maior, de 15 homens, que percorreram o rio em quatro embarcações. Segundo o coronel Angelo Silva, comandante do Comando Ambiental, a situação observada no Rio Jacuí é de extrema preocupação.

Em média, a cada 25 metros de rede os policiais costumam retirar aproximadamente 40 exemplares de peixes. No entanto, no Rio Jacuí, em toda a extensão de redes apreendida foi encontrado somente 50 peixes. “Está havendo uma degradação ambiental em relação a essa pesca predatória”, afirmou o coronel. Apesar da quantidade de redes apreendidas, ninguém foi preso, já que os proprietários não puderam ser identificados. O Comando Ambiental garantiu que irá intensificar as operações de fiscalização no Rio Jacuí.
Jornal Portal de Notícias 25/02/2014

sábado, 11 de fevereiro de 2012

FISCALIZAÇÃO NA BARRAGEM DE AMARÓPOLIS

Ações para intensificar a fiscalização e coibir a pesca predatória durante o período de estiagem foram definidas durante reunião do Grupo de Trabalho dos Pescadores, realizada na semana passada, na Secretaria da Segurança Pública. Após um mapeamento das áreas mais críticas, com maiores índices de pesca irregular, os comandantes do Batalhão Ambiental da Brigada Militar, Carlos Magno de Oliveira e do Rodoviário Estadual, Hermito Cesar Bortoluzzi, definiram a articulação das atividades para realizar a fiscalização não só nas áreas litorâneas e margens de rios, mas também nas estradas, identificando o transporte de material não autorizado para a pesca.
Integrante da Sala da Situação da Estiagem, o GT é constituído pelas Secretarias do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo; da Agricultura, Pecuária e Agronegócio; Casa Civil (RS Mais Igual), Comando Rodoviário e Comando Ambiental da Brigada Militar, e tem como objetivo formular e monitorar ações para garantir o retorno das atividades dos pescadores artesanais após o período do defeso, e, dessa forma, assegurar sua subsistência.

Áreas Mapeadas
Barra do Quarai, Uruguaiana, Garruchos, Porto Chavier, Porto Lucena, Vera Cruz, Barragem do Chapecó, Barragem Ita até Porto Mandai, Delta do Jacuí, Barragem Amápolis e Cachoeira do Sul

Sala de Situação
Desde o começo de dezembro de 2011, por determinação do Governador Tarso Genro, foi criada a Sala de Situação para debater os efeitos da estiagem no Estado. Sob a coordenação da secretária-adjunta da Casa Civil, Mari Perusso, e por meio de um esforço conjunto de técnicos de mais de 17 órgãos e secretárias, a Sala de Situação está diariamente debatendo e propondo soluções para amenizar os efeitos da estiagem na produção agropecuária e no abastecimento humano.
Fonte:Jornal Portal de Notícias 10/02/2012

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

BARRAGEM DE AMARÓPOLIS

No ano de 1971 teve início a construção da Barragem de Amarópolis, localizada no PK 74 do rio Jacui, entre os municípios de General Câmara e Butiá. As obras desenrolaram-se durante o período de três anos, tendo sido concluídas em dezembro de 1974.

A Barragem de Amarópolis, embora tendo sido a terceira obra implantada na Hidrovia do Jacui, se constituía, efetivamente, no primeiro degrau a ser transposto pelas embarcações que se dirigissem de jusante para montante a partir de Porto Alegre ou do Rio Taquari, em direção às instalações de atracação existentes ao longo do Jacui, principalmente nos municípios de Rio Pardo (onde foi implantado um porto na década de 40) e Cachoeira do Sul.
Amarópolis encontra-se localizada a 74 km de Porto Alegre. Juntamente com as barragens eclusadas do Anel de Dom Marco – no município de Rio Pardo, e Fandango – em Cachoeira do Sul, propiciam um estirão navegável de aproximadamente 300 km ao longo do rio Jacuí, permitindo, em qualquer época do ano, a navegação até os portos de Estrela – no rio Taquari, Rio Grande – porto marítimo na extremidade sul da Lagoa dos Patos, e Santa Vitória do Palmar, no extremo sul do estado e do país, proporcionando cerca de 880 km de vias navegáveis interiores no Rio Grande do Sul.

 O barramento é constituído de dois passos navegáveis onde foram implantadas um total de 84 alças (aproximadamente 3 t cada uma) tipo Aubert, sendo 42 em cada vão, todas com 2,00 m de largura por 6,32 m de altura, respaldadas na cota 5,50 m, proporcionando um desnível de 4,50 m; visando sua manobra, foi construída uma ponte metálica, com 720 toneladas de peso total, sobre a qual foram instalados dois carros de manobra destinados à movimentação das alças.

                                                                                      Junto à barragem, em sua margem esquerda, foi construída uma eclusa com dimensões, em planta, idênticas às da Barragem do Anel de Dom Marco, ou seja, 120 m x 17 m, sendo o enchimento da câmara efetuado através de aquedutos alimentados por comportas tipo vagão.
À montante da eclusa foi implantado um muro guia com 50 m de comprimento, enquanto que a jusante foi construído um cais de atracação com 64 m de comprimento.
Na margem direita, junto ao pilar, foi construída uma escada de peixes que serve para migração dos mesmos na época da piracema que normalmente ocorre de dezembro de um ano até março do ano subseqüente.
Fazendo parte do conjunto barragem-eclusa, foi construído um dique de terra na margem direita, com extensão de 1.900 m, estando a jusante protegido com enrocamento tipo tout-venant.
Para movimentar os equipamentos da eclusa, foi construída, na margem esquerda, uma Casa de Comando, com seu piso na cota 14,60 m.
Em torre independente localizada na margem esquerda, estão instalados dois transformadores de 160 KVA e um grupo gerador de emergência, diesel-elétrico, com 160 KVA, destinado a operar em caso de falta de energia elétrica.
Nas imediações da barragem, o rio Jacuí apresenta a característica de possuir seu leito maior freqüentemente inundável, devido à pequena altura das suas barrancas.
Fonte:www.portoestrela.com.br