A busca por desenvolvimento sustentável mobiliza a Escola Municipal Morro da Cruz, na Capital, onde cerca de 90 alunos, de 8 a 13 anos, trabalham no projeto Transferência de Tecnologia Ambiental/Social. Com materiais descartáveis, eles construíram um protótipo de aquecedor solar, como meio alternativo e econômico de aquecer a água.
O projeto foi mostrado à "Caravana das Boas Práticas Pedagógicas", da Câmara de Vereadores (CMPA). O coordenador, professor Luis Corrêa, explicou que o miniaquecedor foi idealizado pelo técnico em eletromecânica José Alano, que repassou conhecimentos na escola. Agora, o grupo realiza exposições e oficinas e já constrói um outro aquecedor. Conforme Luis, a intenção é transferir tecnologia e beneficiar mais pessoas em suas casas.
Em visita à escola, na Caravana, a presidente da CMPA, Sofia Cavedon, observou a aplicação de conceitos complexos trabalhados de forma interdisciplinar. "É um grande compromisso social que se transforma em currículo."
Fonte:Jornal Correio do Povo 01/12/2012
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
AQUECEDOR SOLAR DE ÁGUA ABASTECE ESCOLA
A Escola Estadual de Ensino Médio 9 de Maio, no município de Imbé, no Litoral Norte do RS, conta com um aquecedor solar de água, projetado e construído pelos alunos da turma 31, do 3 ano. O trabalho faz parte de um projeto que foi proposto pelo professor de Física, Júlio César Lopes, sobre temas relevantes ao meio ambiente e à sustentabilidade do planeta, como fontes renováveis de energia. A ideia é promover a conscientização da comunidade.
O aquecedor foi estruturado, há pouco mais de um mês, com garrafas PET pintadas de preto (para maior absorção do calor), canos de PVC e bombonas de água mineral. O projeto desenvolvido na instituição prevê ainda uma ação social, com a instalação de aquecedores em duas residências de famílias de baixa renda, em Imbé e Tramandaí.
Há três anos, alunos da Escola 9 de Maio foram premiados em uma Feira de Ciências da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), pela construção de um gerador de energia eólica. Agora, o foco é a energia solar.
Segundo o professor Júlio César, para auxiliar o trabalho de conscientização da comunidade, foi montado um painel com alternativas energéticas; e construída a maquete de uma cidade. Ele também lembrou que estão sendo distribuídos folhetos em instituições e escolas de Imbé.
Fonte:Jornal Correio do Povo 21/09/2011
O aquecedor foi estruturado, há pouco mais de um mês, com garrafas PET pintadas de preto (para maior absorção do calor), canos de PVC e bombonas de água mineral. O projeto desenvolvido na instituição prevê ainda uma ação social, com a instalação de aquecedores em duas residências de famílias de baixa renda, em Imbé e Tramandaí.
Há três anos, alunos da Escola 9 de Maio foram premiados em uma Feira de Ciências da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), pela construção de um gerador de energia eólica. Agora, o foco é a energia solar.
Segundo o professor Júlio César, para auxiliar o trabalho de conscientização da comunidade, foi montado um painel com alternativas energéticas; e construída a maquete de uma cidade. Ele também lembrou que estão sendo distribuídos folhetos em instituições e escolas de Imbé.
Fonte:Jornal Correio do Povo 21/09/2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
ESCOLA FAZ AQUECEDOR COM GARRAFA PET
O projeto de construção de aquecedores solares com garrafas PET, apresentado pelo inventor catarinense José Alcino Alano, na Escola Municipal Morro da Cruz, na Capital, será ampliado para outras instituições da rede de Ensino. A coordenadora de Educação Ambiental da Secretaria Municipal da Educação (Smed), Rosa Maris Rosado, revelou que deverão ser contempladas, pelo menos, 30 escolas.
Na Escola Morro da Cruz, sob a coordenação do professor Luís Oscar Corrêa, um grupo de 15 alunos muito empenhados está construindo um aquecedor solar com 400 garrafas PET. O experimento será usado no prédio do Jardim de Infância e deverá ficar pronto até o final deste mês. "Vamos fazer um modelo menor, para levar em outras escolas da cidade", explicou Luís Oscar.
Segundo o professor, a próxima meta é estabelecer parcerias para a obtenção de mais garrafas e caixas de leite para a fabricação de outros aparelhos. "Vamos fazer uma gincana ecológica para aumentar o estoque. Alunos, professores e comunidade já se mostraram engajados", disse.
Fonte:Jornal Correio do Povo 14/06/2011
Na Escola Morro da Cruz, sob a coordenação do professor Luís Oscar Corrêa, um grupo de 15 alunos muito empenhados está construindo um aquecedor solar com 400 garrafas PET. O experimento será usado no prédio do Jardim de Infância e deverá ficar pronto até o final deste mês. "Vamos fazer um modelo menor, para levar em outras escolas da cidade", explicou Luís Oscar.
Segundo o professor, a próxima meta é estabelecer parcerias para a obtenção de mais garrafas e caixas de leite para a fabricação de outros aparelhos. "Vamos fazer uma gincana ecológica para aumentar o estoque. Alunos, professores e comunidade já se mostraram engajados", disse.
Fonte:Jornal Correio do Povo 14/06/2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
AQUECEDOR SOLAR UTILIZA GARRAFAS PET
Inconformado com o destino dado aos resíduos sólidos produzidos em sua cidade - Tubarão, em Santa Catarina -, o técnico em eletromecânica aposentado José Alcino Alano, 60, aproveitou seus conhecimentos para desenvolver um aquecedor solar reaproveitando garrafas PET e caixinhas de leite. O trabalho iniciado há nove anos recebeu prêmios de publicações especializadas, pelo uso do lixo reciclado aliado a economia de energia elétrica.
Alano veio a Porto Alegre mostrar seu trabalho para alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Morro da Cruz. "Não me conformava com o descarte errado de garrafas e resolvi ir atrás de uma ideia para o seu reaproveitamento. Acabei desenvolvendo o aquecedor usando 100 garrafas PET. Há oito anos aplico esse sistema na minha residência", contou. O projeto deu tão certo que ele firmou parceria com os governos de Santa Catarina e Paraná. "Fechamos um convênio com duas cooperativas de Florianópolis que serão responsáveis pelo desenvolvimento de 400 modelos para serem implantados em casas de bairros carentes da cidade", disse.
José Alano fez questão de lembrar que o seu projeto não substitui a energia elétrica e o gás, mas oferece um meio alternativo e econômico de aquecimento de água. "Em uma casa onde o chuveiro represente o maior consumo, a economia na conta de luz com o aquecedor pode ultrapassar 40%", explicou.
O desenvolvimento e a instalação do aquecedor são feitos em até três dias, conforme a necessidade. O técnico aposentado já perdeu a conta de quantos aparelhos produziu usando os materiais. "Só no Paraná foram instalados mais de 6 mil. No entanto, o uso do aquecimento solar no Brasil ainda é pequeno. Um aquecedor para quatro pessoas precisa de 200 garrafas", reforçou.
A ideia gerou interesse em vários estados brasileiros. "Além das palestras, familiares e amigos também adotaram em sua rotina as práticas ambientais corretas", finalizou.
Alano veio a Porto Alegre mostrar seu trabalho para alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Morro da Cruz. "Não me conformava com o descarte errado de garrafas e resolvi ir atrás de uma ideia para o seu reaproveitamento. Acabei desenvolvendo o aquecedor usando 100 garrafas PET. Há oito anos aplico esse sistema na minha residência", contou. O projeto deu tão certo que ele firmou parceria com os governos de Santa Catarina e Paraná. "Fechamos um convênio com duas cooperativas de Florianópolis que serão responsáveis pelo desenvolvimento de 400 modelos para serem implantados em casas de bairros carentes da cidade", disse.
José Alano fez questão de lembrar que o seu projeto não substitui a energia elétrica e o gás, mas oferece um meio alternativo e econômico de aquecimento de água. "Em uma casa onde o chuveiro represente o maior consumo, a economia na conta de luz com o aquecedor pode ultrapassar 40%", explicou.
O desenvolvimento e a instalação do aquecedor são feitos em até três dias, conforme a necessidade. O técnico aposentado já perdeu a conta de quantos aparelhos produziu usando os materiais. "Só no Paraná foram instalados mais de 6 mil. No entanto, o uso do aquecimento solar no Brasil ainda é pequeno. Um aquecedor para quatro pessoas precisa de 200 garrafas", reforçou.
A ideia gerou interesse em vários estados brasileiros. "Além das palestras, familiares e amigos também adotaram em sua rotina as práticas ambientais corretas", finalizou.
Fonte: jornal Correio do Povo 16/05/2011
A ideia prática e eficiente do aposentado José Alcino Alano, da cidade de Tubarão, em Santa Catarina, é um bom exemplo da criatividade do brasileiro. O projeto de aquecedor solar que usa materiais recicláveis, como garrafas pet, ganhou um manual bem ilustrado. De forma esquemática, o manual mostra os principais passos para a confecção do aquecedores solar. A invenção deu ao “seu” Alano o Prêmio Super Ecologia 2004, concedido pela
A ideia prática e eficiente do aposentado José Alcino Alano, da cidade de Tubarão, em Santa Catarina, é um bom exemplo da criatividade do brasileiro. O projeto de aquecedor solar que usa materiais recicláveis, como garrafas pet, ganhou um manual bem ilustrado. De forma esquemática, o manual mostra os principais passos para a confecção do aquecedores solar. A invenção deu ao “seu” Alano o Prêmio Super Ecologia 2004, concedido pela
Revista Super Interessante.
Além de economizar energia elétrica e beneficiar o meio ambiente, o projeto busca despertar nas pessoas a consciência pelo uso racional dos insumos. A invenção do aquecedor solar está registrada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial. A publicação é uma parceria do governo do Paraná, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, e o senhor José Alano.
Além de economizar energia elétrica e beneficiar o meio ambiente, o projeto busca despertar nas pessoas a consciência pelo uso racional dos insumos. A invenção do aquecedor solar está registrada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial. A publicação é uma parceria do governo do Paraná, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, e o senhor José Alano.
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