A Polícia Federal divulgou ontem o balanço da operação de fiscalização de embarcações que atuam na extração de areia ao longo do leito do rio Jacuí. Mais de 80 quilômetros foram percorridos na quarta-feira passada, com o objetivo de identificar a extração irregular do minério, quando a dragagem é feita fora da distância regulamentar da margem, prevista na legislação ambiental, ou por empresas que não possuem licença ou concessão para a exploração.
A ação teve apoio da Brigada Militar e da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente, da Polícia Federal. Pelo menos 30 embarcações foram utilizadas para operar entre Porto Alegre e General Câmara. Durante a fiscalização, uma draga de sucção, carregada com 257 metros cúbicos de areia, foi apreendida por estar com a licença de operação vencida. O proprietário vai responder por extração de recursos minerais irregular.
Já a empresa concessionária da área de onde a areia foi retirada será investigada. As informações serão repassadas à Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) para que sejam tomadas as medidas administrativas. De acordo com a Polícia Federal, a extração de areia fora dos limites estabelecidos causa danos irreparáveis ao meio ambiente, como, por exemplo, a degradação das margens dos rios e o desaparecimento de praias e ilhas, com prejuízos à fauna e à flora da região.
As ações de fiscalização serão intensificadas com a instalação da base do Grupo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal às margens do Guaíba.
Fonte:Jornal Correio do Povo 21/10/2011
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
POLICIAIS FEDERAIS FLAGRAM EXTRAÇÃO ILEGAL DE AREIA DO LEITO DO RIO JACUÍ
Cerca de 30 embarcações estavam operando ilegalmente na região.
PF apreendeu 257m³ de areia em draga com licença vencida.
Policiais federais flagraram, nesta quarta-feira (19), embarcações que faziam extração ilegal de areia do leito do Rio Jacuí, entre as cidades de Porto Alegre e General Câmara (RS). A fiscalização foi feita em cerca de 80 quilômetros de extensão do rio.
Em levantamentos preliminares realizados com o apoio da Brigada Militar, policiais federais da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente identificaram 30 embarcações operando ilegalmente na região.
Uma draga carregada de 257 m³ de areia foi apreendida por estar com a licença de operação vencida. O proprietário foi levado para a Superintendência da Polícia Federal. A Fundação Estadual de Proteção Ambiental foi informada sobre o caso para tomar as medidas administrativas necessárias.
Fonte:G1-Globo
PF apreendeu 257m³ de areia em draga com licença vencida.
Policiais federais flagraram, nesta quarta-feira (19), embarcações que faziam extração ilegal de areia do leito do Rio Jacuí, entre as cidades de Porto Alegre e General Câmara (RS). A fiscalização foi feita em cerca de 80 quilômetros de extensão do rio.
Em levantamentos preliminares realizados com o apoio da Brigada Militar, policiais federais da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente identificaram 30 embarcações operando ilegalmente na região.
Uma draga carregada de 257 m³ de areia foi apreendida por estar com a licença de operação vencida. O proprietário foi levado para a Superintendência da Polícia Federal. A Fundação Estadual de Proteção Ambiental foi informada sobre o caso para tomar as medidas administrativas necessárias.
Fonte:G1-Globo
sábado, 16 de abril de 2011
RETIRADA ILEGAL DE AREIA É DESCOBERTA
Uma equipe do Grupo de Polícia Ambiental (GPA), de São Jerônimo, flagrou, ontem, uma draga retirando areia do rio Jacuí de forma ilegal. A dragagem estava sendo realizada a trinta metros da margem, enquanto a legislação determina a distância de 50 metros do leito do curso d''água para a atividade.A embarcação apreendida estava carregada com aproximadamente 12 metros cúbicos de areia, extraída de maneira irregular, tendo sido tudo apreendido. O responsável pela draga vai responder por crime ambiental, com pena prevista de seis meses a um ano de detenção e multa.
O comandante do GPA, soldado Vladimir Bittencourt, explicou que são feitas fiscalizações constantes para controle das atividades de mineração. Mesmo assim, afirma Bittencourt, é difícil flagrar as dragas trabalhando na distância inferior à autorizada.De acordo com a Brigada Militar, quando a presença da Polícia ambiental é percebida no rio, os equipamentos costumam ser movidos dos lugares impróprios. "Dessa vez, conseguimos dar o flagrante e impedir a continuidade da extração irregular", enfatizou o comandante do GPA.
Fonte:Jornal Correio do Povo 16/04/2011
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