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quinta-feira, 19 de abril de 2012
Gramadozoo tem novo hóspede
O filhote de bugio-preto que nasceu no domingo é o décimo integrante do grupo que habita o zoológico de Gramado. O filhote nasceu com 125 gramas e ficará com a mãe até completar 2 anos. O veterinário Renan Stadler, do Gramadozoo, explica que o filhote tem pelagem amarelada como forma de camuflagem. Os machos da espécie são pretos, mas a cor é definida na fase adulta.
Jornal Correio do Povo 19/04/2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
Porto Alegre: Voluntários instalam pontes para a travessia de bugios
Preocupados com a sorte destes pequenos animais, voluntários se reúnem há mais de quinze anos para instalar pontes suspensas no extremo-sul de Porto Alegre.
Morar próximo a área urbana e ainda precisar se deslocar para conseguir alimentos não é tarefa fácil para os inúmeros bugios e animais silvestres de Porto Alegre. No caso dos bugios-ruivos, muitas vezes eles precisam descer as árvores e atravessar a rua para alcançar o outro lado da mata. Mas, muitos deles, nem sempre conseguem completar a travessia, pois são atropelados, atacados por cachorros ou até mesmo capturados por pessoas. Outros ainda são eletrocutados, ao tentarem fazer a travessia pelos fios de luz desencapados.
Preocupados com a sorte destes pequenos animais, voluntários se reúnem há mais de quinze anos para instalar pontes suspensas no extremo-sul da capital. Integrantes do Núcleo de Extensão Macacos Urbanos, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), entre biólogos, veterinários, moradores da região e outros ambientalistas, construíram as pontes de cordas para ajudar na movimentação de macacos bugios e de outros animais, como gambás e ouriços. Uma delas teve que ser substituída devido ao péssimo estado, no dia 22 de março, na Estrada do Pontal, entre a reserva biológica do Lami e um grande pinheiro. A ponte que foi substituída já estava ali há nove anos, garantindo a passagem segura das famílias de primatas.
Ao todo, já são onze pontes em uso na zona sul e extremo-sul. O grupo começou a instalação das estruturas em 1995 e depende, principalmente, da venda de camisetas para conseguir recursos financeiros. Recentemente, vem conseguindo o apoio do Núcleo de Fauna da Secretaria Municipal do Meio Ambiente – Smam.
Alta tensão – Conforme explicou a bióloga voluntária, Renata Pfau, além de criar alternativas para a travessia de animais em zonas urbanas, o grupo conseguiu que a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), encapasse os fios elétricos. Após denúncia no Ministério Público, com o argumento de que a companhia possuía a tecnologia necessária para evitar o eletrocutamento de animais, mas não a utilizava, a CEEE precisou isolar os fios em todas as áreas onde há registro de morte, queimaduras ou perda de membros nos animais devido a choques elétricos.
Para colaborar com trabalho desses voluntários, entre em contato através do email: macacosurbanos@ufrgs.br
Sobre o Bugio - Têm hábitos diurnos, vivem em bandos de aproximadamente oito indivíduos, com um macho dominante, uma ou duas fêmeas, filhotes e jovens. Os machos adultos chegam a pesar 7 quilos e se destacam pela coloração avermelhada, por isso o nome bugio-ruivo (Alouatta clamitans). Seu ronco característico é uma forma de demarcar território. O bugio se alimenta principalmente de folhas, além de flores e frutos, desempenhando o importante papel de “semeador de florestas”, pois dispersa as sementes dos frutos ingeridos. Esses animais estão presentes nas matas e em diversas propriedades da zona rural de Porto Alegre, mas não devem ser alimentados.
Por Simone Moro - Prisma Comunicação
Prisma Comunicação/EcoAgência
quarta-feira, 4 de maio de 2011
ALEGRETE - BUGIO AGITA ÁREA NO CENTRO
Moradores da rua Luiz de Freitas e da praça Oswaldo Aranha, em Alegrete, divertem-se desde domingo com um bugio preto que apareceu saltitando nas árvores. Ele tem chamado atenção de crianças e adultos. Sem se importar com os latidos dos cães e chegando perto das pessoas, o animal parece ter escolhido nova casa nas árvores da residência de dona Maria Rossal Guedes, na rua Luiz de Freitas.
A vizinhança, após chamar os Bombeiros - que informaram não ter rede para recolher o primata -, já está gostando de sua presença. O bugio não se constrange em apanhar frutas jogadas por Sidnei Saldanha, zelador de um edifício próximo. Maria deu até nome ao animal. "É o Vigilante, porque está cuidando de nossas casas", afirma.
Fonte:Jornal Correio do Povo 04/05/2011
A vizinhança, após chamar os Bombeiros - que informaram não ter rede para recolher o primata -, já está gostando de sua presença. O bugio não se constrange em apanhar frutas jogadas por Sidnei Saldanha, zelador de um edifício próximo. Maria deu até nome ao animal. "É o Vigilante, porque está cuidando de nossas casas", afirma.
Fonte:Jornal Correio do Povo 04/05/2011
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